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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Visita de Estudo ao Património do Concelho de Oliveira de Frades - Paranho de Arca - Anta ou Dólmen - Caramulo

 Lenda da Anta de Paranho de Arca
 
 



 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Anta de Paranho de Arca foi erigida por uma moura. Uma anta é um túmulo antigo, construído com grandes pedras de granito em que umas faziam de pilares e a outra de cobertura. Assim, a laje que se encontra horizontalmente em cima das pedras que servem de pilares desta anta, foi lá colocada pela dita moura. Ela transportou-a para lá à cabeça, juntamente com um filho ao colo enquanto fiava uma roca. Diz-se que a dita moura aparece todos os anos na madrugada de S.João a fiar numa roca em cima da anta e rodeada de objetos de ouro. Ao feliz mortal que aí passar em primeiro lugar, ser-lhe-á perguntado do que é que gosta mais: se dos olhos da moura ou do ouro que tem. Como todas as pessoas que por ali têm passado têm preferido o ouro, a moura, com os seus poderes mágicos, transforma-os em cinzas.

Moral da história: As pessoas só conseguirão os objetos de ouro quando se agradarem mais dos olhos da moura.









 
 
 
Destino Anta de Paranho da Arca

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Matriz 6.º Ano - Quem quer a nota máxima ?

  • O bloqueio continental e as invasões francesas - Págs. 50,51,52 e 53
  • A revolução liberal de 1820 - As razões do descontentamento que levaram à Revolução Liberal  - Págs. 54 e 55
  • Diferença entre a Monarquia Absoluta e a Monarquia Liberal - Pág. 49
  • A independência do Brasil - Pág. 58 e 59
  • A guerra civil entre Liberais e Absolutistas - Págs. 62 e 63
  • A modernização da indústria - Págs. 78 e 79
  • A modernização das vias de comunicação e dos transportes - Págs. 82 e 83
  • As dificuldades da monarquia - crise da monarquia - Págs. 109 e 110
  • A implantação da República - Pág. 112
  • Símbolos da República - Pág. 113
  • Instrumentos de repressão do Estado Novo - Págs. 136 e 137
  • O 25 de abril de 1974 - O golpe militar que derrubou o regime - Págs. 151,152 e 153
  • A evolução da população - crescimento da população - Págs. 176;
  • Os meios de comunicação no séc. XXI - Págs. 194
  • Os organismos onde Portugal de integra - Págs. 196  
  • terça-feira, 28 de abril de 2015

    Tratado de Tordesilhas 1494

    Tratado de Tordesilhas

    Este tratado foi celebrado entre D. João II, rei de Portugal, e os Reis Católicos, a 7 de junho de 1494, em Tordesilhas, perto de Valladolid, em que se fazia uma divisão do mundo em duas zonas de influência, uma portuguesa, a outra espanhola. A assinatura do tratado é o culminar de um longo processo negocial entre Portugal e Castela pela posse das terras descobertas. Este processo vem já do século XIV, com a disputa pela posse das Canárias, e origina o Tratado de Alcáçovas de 1479. Nele, Portugal renunciava às Canárias, enquanto Castela deixava para Portugal todas as outras ilhas atlânticas e o comércio da costa africana. Em 1480 assina-se o Tratado de Toledo, que confirma o Tratado de Alcáçovas. Mas em 1492 dá-se a chegada de Cristóvão Colombo à América, que origina nova disputa sobre a sua posse. D. João II invoca o Tratado de Alcáçovas e reivindica para Portugal a sua pertença. Os Reis Católicos, que enviaram a expedição, reclamam para o papa Alexandre VI. Sucedem-se as negociações e em 1493 o papa, por bula, marca uma linha divisória que passava por um meridiano situado 100 léguas a oeste do arquipélago de Cabo Verde. D. João II não aceita essa divisão. É por isso que se diz que D. João II já teria conhecimento da existência do Brasil. O monarca português propõe negociações aos Reis Católicos e marca-se uma reunião, primeiro para Simancas e depois para Tordesilhas. Nesta reunião os Reis Católicos aceitam que a linha traçada por Alexandre VI passasse num meridiano a 370 léguas para oeste de Cabo Verde e não a 100, passando o mundo a estar dividido em duas zonas de influência: uma de Espanha, as terras conhecidas ou a descobrir a ocidente desse meridiano; outra de Portugal, as que ficassem a oriente. Este tratado, celebrado em 1494, foi depois sancionado pelo papa Júlio II em 1506.

    sábado, 25 de abril de 2015

    Fotos da Guerra Colonial - Angola



    Um agradecimento especial pela autorização dos pais da Marta Santos nº 8 do 6ºE, para a publicação das fotos. O seu avó  participou na guerra colonial em Angola - Luanda. Serviu nas tropas paraquedistas portuguesas.

    Fotos da Guerra Colonial em Angola

    
    Um agradecimento especial pela autorização dos pais do Luís Lameirão nº 4 do 6ºE, para a publicação das fotos. O seu avó paterno participou na guerra colonial em Angola - Luanda.
    

    domingo, 19 de abril de 2015

    Fotos da Guerra Colonial na Guiné

    Um agradecimento especial pela autorização dos pais da Maria Robalo nº 5 do 6ºE, para a publicação das fotos.Segundo o avó materno da Maria, o senhor Manuel dos Santos Almeida "Tristezas não pagam dívidas". Segundo ele é assim que as mulheres da Guiné pilam o arroz.